Na década de 80, pesquisadores europeus inventaram um jeito diferente de pesquisar a fauna e a flora existentes nas copas das árvores.
As subidas e descidas, realizadas constantemente para observação ou coleta de animais silvestres, frutos, fungos, folhas, e outros organismos, foram deixadas de lado e os cientistas passaram a usar equipamentos como cordas, cadeirinhas, mosquetões, polias, etc.
Alguns deles, empolgados com a nova técnica, chegavam inclusive a construir plataformas em madeira para pernoitarem e passarem dias encima das árvores observando espécies.
A técnica que recebeu o nome de Arvorismo, atribuiu maior praticidade às pesquisas e contribuiu para a preservação das árvores que se "machucavam" durante as subidas e descidas. Anos depois, a o Arvorismo se transformaria numa atividade emocionante para os amantes da natureza e dos esportes radicais.
No final da década de 90, esportistas da França e da Nova Zelândia adotaram a idéia de praticar o Arvorismo como esporte ecológico de aventura. Com o auxílio de equipamentos adequados e de monitores especializados, as pessoas puderam subir até as copas das árvores e andar entre elas por trilhas aéreas amarradas em bases ou plataformas construídas.
A passagem de uma árvore por meio das "trilhas suspensas" é emocionante. Do alto é possível ter um contato mais íntimo com a natureza e contemplá-la por ângulos diferentes. A prática não oferece riscos: durante todo o percurso o praticante é assegurado por um cinto de segurança e por um capacete. |