Há tempo que Ser
Humano e Meio Ambiente não se entendem. Ano após
ano, as estatísticas mostram, entre outras coisas,
a diminuição das áreas das florestas,
o desgelo das geleiras, a expansão dos desertos
e o aumento do nível do mar.
Diariamente, os jornais mostram catástrofes
naturais. As variações climáticas
estão cada vez mais bruscas. Até mesmo
o Brasil tem sido atacado por ciclones destruidores.
Embora nosso planeta esteja em estado
de alerta, o Homem, ser racional, parece não ter
ainda tomado consciência das conseqüências
geradas pelo seu desrespeito à natureza.
Diante deste cenário, a relação
entre as pessoas e o meio ambiente tem assumido status
de matéria obrigatória em todos os processos
pedagógicos. Afinal, espera-se que a geração –que
toma as decisões em nosso planeta e coloca a qualidade
de vida de seus habitantes em segundo plano, por interesses
meramente econômicos –, seja substituída
por uma geração consciente, que trate a
natureza com uma percepção de valor mais
apurada e mais inteligente.
Neste sentido, é fundamental
que as instituições de ensino incentivem
as atividades que colocam educadores e educandos em contato
direto com a natureza. Caminhar por trilhas ecológicas,
passear pelas margens de rios, pisar na terra, sentir
o cheiro do mato e ouvir os sons dos animais permite
que os alunos reflitam sobre a essência da vida
e assimilem, com a ajuda dos professores, conceitos fundamentais
para a preservação da natureza. |