Mais 4 anos se passaram, a Copa do Mundo chegou e, com ela, muito assunto para a hora do trabalho.
Com as tecnologias de ponta usadas para cobertura e transmissão da Copa 2006, o país do futebol acompanha, de perto e em tempo real, cada acontecimento na Alemanha. Mesmo durante o expediente, é possível acompanhar pela internet os resultados parciais das partidas, avaliar o nível dos próximos adversários do Brasil e verificar a performance no “bolão”.
Comentários, críticas e previsões transcendem o intervalo do café. A qualquer hora do dia, o assunto é Copa do Mundo. Até as mulheres entram na conversa. Não é que muitas delas são mais antenadas que seus colegas de trabalho, sendo capazes, inclusive, de “chutar” com propriedade a mudança na escalação da Argentina!
Na hora do almoço, até dá para assistir o primeiro tempo do jogo do meio da manhã. Da partida do final da tarde, ninguém quer perder os lances da etapa complementar.
Mas o melhor da Copa do Mundo é o fato que o maior espetáculo do futebol mundial traz consigo um importante espírito de confraternização. Dia de jogo da seleção é feriado nacional. Tudo pára. Quem não gosta de futebol, passa, surpreendentemente, a gostar. O que importa é estar em grupo, fazendo coro e gritando bastante até que a bola entre no gol da equipe adversária!!! Só alegria! Todos se abraçam! Fogos! Muita festa!
Trata-se de um momento inusitado em que as diferenças e os conflitos do dia a dia são deixados de lado e todos passam a ter apenas um objetivo em comum: ver o Brasil ser campeão. |